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4 Visitantes | 10/02/2012 10:08
 
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Monge prega sexo divino com a benção da Igreja

31.07.2008 - Apelidado de "o apóstolo do Kama Sutra católico", o padre Ksawery Knotz, um monge capuchinho polonês que dá conselhos a casais casados de sobre como praticar sexo, afirma que simplesmente faz um trabalho para Deus.

"Claro que animo os casais casados a rezar para que eles tenham uma vida sexual boa e feliz. Para mim, este é um meio de se aproximar de Deus", declara o monge de 43 anos.

"As pessoas ficam um pouco surpresas no início, mas agradavelmente surpresas", destaca Knotz, que fez, como monge, um voto de castidade.

O religioso atende hoje a mais de 3 mil casais de fiéis católicos na Polônia desde 2000, com uma benção tácita de seus superiores. A iniciativa é tão popular que sua agenda está cheia até o ano que vem.

"Se você acredita em Deus, acredita que Deus está presente na vida, no amor, no matrimônio e na sexualidade. Parece natural falar de sexo, e eliminar alguns tabus e manchas do pecado", declara o monge, que vive no monastério dos capuchinhos em Stalowa Wola, sul da Polônia.

Autor de um livro chamado O ato do matrimônio, o padre Knotz tem desde 2004 um site http://www.szansaspotkania.net (a sorte do encontro) em duas versões, polonesa e inglesa.

O monge admite que a educação tradicional da Igreja católica sobre o sexo apresenta fragilidades, mas rapidamente acrescenta que seus conselhos sexuais são reservados a casais heterossexuais que contraíram matrimônio.

No capítulo "A teologia do orgãos", o capuchinho compara o momento supremo do ato sexual com o encontro com Deus no céu. "O amor de um casal casado, manifestado no sexo, aproxima o corpo humano do céu. O êxtase de uma relação sexual pode ser comparado à alegria da vida eterna", afirma.

"É por isso que este ato conjugal permite aos esposos começar a entender a doçura do encontro com Deus", acescenta o padre Knotz. O religioso insiste em uma "comunicação boa e aberta entre os casais", necessária para alcançar os orgasmos celestiais, e incentiva os maridos a darem tempo suficiente às mulheres para satisfazê-las plenamente.

A seus críticos, que o acusam de falta de experiência pessoal, o padre Knotz respondeu: "Não precisais padecer de uma doença do coração para ser cardiologista, nem ser alcoólatra para se tornar terapeuta".

O monge explicou que encontrou sua inspiração na abertura do olhar de sua família e nos ensinos do Papa João Paulo II, que tratou pela primeira vez o tema da sexualidade em um folheto publicado na Polônia em 1960 sob o título Amor e responsabilidade.

Kasia e Jan Paluszewski, ferverosos católicos casados há 18 anos e pais de três meninos, de 16, 13 e 3 anos, afirmam que os conselhos do padre Knotz "reforçam e esclarecem" sua vida sexual e sua espiritualidade. "Ele escuta realmente os casais e é por isso que ele nos entende bem", diz Jan Paluszewski, um técnico de informática de 46 anos.

Fonte: Terra notícias

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Nota por Dilson Kutscher  -  www.rainhamaria.com.br

Quando este "moderno padre", no capítulo "A teologia do orgãos", compara o momento supremo do ato sexual com o encontro com Deus no céu, dizendo que, "O amor de um casal casado, manifestado no sexo, aproxima o corpo humano do céu. O êxtase de uma relação sexual pode ser comparado à alegria da vida eterna". Fico pensando, que o "diabo" nem precisa se esforçar tanto para fazer o seu serviço da perdição das almas, se até padres deram para comparar o sexo com a "alegria da vida eterna", desculpe a franqueza, mas realmente o mundo esta perdido.

Sim, Deus criou o sexo para procriação da humanidade, mas dai a querer comparar com "encontro com Deus no Céu". Não há mais nada a comentar, se os católicos mais "moderninhos" acham tais declarações deste padre muito natural, então casem e façam sexo para sentir a alegria da vida eterna.

Que modo mais estranho de entender a alegria da vida eterna, não?

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