Primeiramente uma parte da reportagem da Revista ISTOÉ, de 26/07/2006.
FALANDO COM O ALÉM
Ciência e médiuns aprimoram a tecnologia e os métodos de contato com os que morreram. Com isso, milhões encontram conforto e respostas para suas inquietações.
A morte, para o católico São Paulo, era a “passagem para a vida definitiva”. O poeta grego Eurípedes escreveu que “morrer deve ser como não haver nascido”, enquanto o português Fernando Pessoa a considerava o grande “enigma”. Filósofos, pensadores, mestres como Goethe, Platão, Rimbaud, Byron, Mário Quintana, todos deixaram registrado algum tipo de entendimento sobre a única travessia supostamente sem volta. Mas e se pudéssemos mandar mensagens do lado de lá para cá? Muita gente acredita que falar com os mortos é possível – e alguns afirmam fazer isso cotidianamente. São os médiuns, os intermediários entre os espíritos e os homens. Há estudiosos, como a paulista Sonia Rinaldi, que empregam física, fonética, biometria e tecnologia digital para asfaltar a estrada que parecia interditada entre esses dois planos, o dos vivos e o dos mortos. A ferramenta, nesse caso, é a ciência e não a fé. Uma das maiores especialistas em Transcomunicação Instrumental (TCI), nome dado à gravação de vozes e até filmagem de pessoas que já morreram, Sonia comemora um marco em sua cruzada: o primeiro caso autenticado por um laboratório internacional de um contato com um espírito. O fato mais positivo de tudo isso é que, pelo caminho da ciência ou da espiritualidade, essas comunicações geram um conforto imensurável nas pessoas que buscam contato com os seus entes queridos. E dão respostas para muitas de suas inquietações.
Sem a intervenção de médiuns ou videntes, mas apenas de tecnologia, a transcomunicação está, segundo seus praticantes, ao alcance de todos que queiram falar com algum familiar ou amigo que se foi. Em comum com o espiritismo, a certeza de que mortos podem se comunicar com vivos. A diferença está no meio para chegar ao outro mundo... (o artigo completo na revista)
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Nota por Dilson Kutscher www.portalanjo.com
Mais uma vez a midia destaca o espiritismo, como solução para respostas as nossas perguntas e inquietações sobre a vida após a morte. Agora virou moda fazer contato com os mortos, e até os católicos estão aderindo a essa moda. Novamente vou repetir os fatores contrários que condenam o espiritismo por negar a fé cristã e principalmente negar a Verdade contida na Sagrada Escritura. (é melhor repetir mil vezes o artigo mostrando que o espiritismo não é cristão, do que depois sermos cobrados por Deus, que não fizemos a nossa parte em alertar os nossos irmãos sobre essa grande cilada do maligno)
O espiritismo nega pelo menos 40 verdades da fé cristã:
1 ´ Nega o mistério, e ensina que tudo pode ser comprendido e explicado.
2 ´ Nega a inspiração divina da Bíblia.
3 ´ Nega o milagre.
4 ´ Nega a autoridade do Magistério da Igreja.
5 ´ Nega a infalibilidade do Papa.
6 ´ Nega a instituição divina da Igreja.
7 ´ Nega a suficiência da Revelação.
8 ´ Nega o mistério da Santíssima Trindade.
9 ´ Nega a existência de um Deus Pessoal e distinto do mundo.
10 ´ Nega a liberdade de Deus.
11 ´ Nega a criação a partir do nada.
12´ Nega a criação da alma humana por Deus.
13 ´ Nega a criação do corpo humano.
14 ´ Nega a união substancial entre o corpo e a alma.
15 ´ Nega a espiritualidade da alma.
16 ´ Nega a unidade do gênero humano.
17 ´ Nega a existência dos anjos.
18 ´ Nega a existência dos demônios.
19 ´ Nega a divindade de Jesus.
20 ´ Nega os milagres de Cristo.
21 ´ Nega a humanidade de Cristo.
22 ´ Nega os dogmas de Nossa Senhora (Imaculada Conceição, Virgindade perpétua, Assunção, Maternidade divina).
23 ´ Nega nossa Redenção por Cristo (é o mais grave! ).
24 ´ Nega o pecado original.
25 ´ Nega a graça divina.
26 ´ Nega a possibilidade do perdão dos pecados.
27 ´ Nega o valor da vida contemplativa e ascética.
28 ´ Nega toda a doutrina cristã do sobrenatural.
29 ´ Nega o valor dos Sacramentos.
30 ´ Nega a eficácia redentora do Batismo.
31 ´ Nega a presença real de Cristo na Eucaristia.
32 ´ Nega o valor da Confissão.
33 ´ Nega a indissolubilidade do Matrimônio.
34 ´ Nega a unicidade da vida terrestre.
35 ´ Nega o juízo particular depois da morte.
36 ´ Nega a existência do Purgatório.
37 ´ Nega a existência do Céu.
38 ´ Nega a existência do Inferno.
39 ´ Nega a ressurreição da carne.
40 ´ Nega o juízo final.
Porque o católico não pode ser espírita:
1. O Católico: admite a possibilidade de "mistério" e aceita as verdades sempre que tem certeza que foram reveladas por Deus. O Espírita: proclama que absolutamente não há "mistérios" e tudo o que a mente humana não pode compreender, é falso e deve ser rejeitado.
2. O Católico: instruído crê que Deus pode e faz milagres. O Espírita: rejeita a possibilidade de milagres e ensina que Deus também deve obedecer às "leis" da natureza.
3. O Católico: crê que os livros da Sagrada Escritura foram inspirados por Deus, portanto não podem ter erros em questão de fé e moral. O Espírita: declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que nunca foi inspirada por Deus.
4. O Católico: crê que Jesus enviou o Espírito Santo aos apóstolos e seus sucessores para que pudessem transmitir fielmente, sem erros, a sua Doutrina. O Espírita: declara que os apóstolos e seus sucessores não entenderam os ensinamentos de Cristo e que tudo o que eles nos transmitiram está errado, é falsificado.
5. O Católico: crê que Jesus instituiu a Igreja para continuar sua obra. O Espírita: declara que até a vinda de Allan Kardec a obra de Cristo estava perdida e inutilizada.
6. O Católico: crê que o Papa, sucessor de Pedro, é infalível em questões de fé e moral. O Espírita: proclama que os Papas só espalharam o erro e a incredulidade.
7. O Católico: crê que Jesus nos ensinou toda a Revelação e nada mais há para ser revelado. O Espírita: proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e substituir o Evangelho de Cristo.
8. O Católico: crê no Mistério da Santíssima Trindade. O Espírita: nega esse augusto mistério.
9. O Católico: crê que Deus é o Criador de tudo, Ser Pessoal, distinto do mundo. O Espírita: afirma que os homens são partículas de Deus - verdadeiro panteísmo.
10. O Católico: crê que Deus criou a alma humana no momento de sua união com o corpo. O Espírita: afirma que nossa alma é o resultado da lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.
11. O Católico: crê que o homem é uma composição substancial de corpo e alma. O Espírita: afirma que é um composto entre "perispírito" e alma e que o corpo é apenas invólucro temporário, um "Alambique para purificar o espírito".
12. O Católico: obedece a Deus que, sob penas severas, proibia a evocação dos mortos. O Espírita: faz dessa evocação uma nova religião.
13. O Católico: crê na existência de anjos e demônios. O Espírita: afirma que não há anjos, mas espíritos mais evoluídos e que eram homens. Que não há demônios, mas apenas espíritos imperfeitos que alcançarão a perfeição.
14. O Católico: crê que Jesus é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. O Espírita: nega esta verdade fundamental da fé cristã e afirma que Cristo era apenas um grande "médium" e nada mais.
15. O Católico: crê que Jesus é também verdadeiro homem, com corpo real e alma humana. O Espírita: em grande parte, afirma que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.
16. O Católico: crê que Maria é Mãe de Deus, imaculada, assunta ao céu. O Espírita: nega e ridiculariza todos os privilégios de Maria, Mãe de Deus.
17. O Católico: crê que Jesus veio para nos salvar por sua Paixão e Morte. O Espírita: afirma que Jesus não é nosso Redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e isso mesmo de um modo obscuro, e que cada pessoa precisa remir-se a si mesmo.
18. O Católico: crê que Deus pode perdoar o pecador contrito. O Espírita: afirma que Deus não pode perdoar pecados sem que preceda rigorosa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, sempre em novas reencarnações.
19. O Católico: crê nos sete sacramentos e na graça própria de cada sacramento. O Espírita: não aceita nenhum sacramento, nem mesmo o poder da graça santificante.
20. O Católico: crê que o homem vive sobre a terra e que desta única existência depende a vida eterna. O Espírita: afirma que a gente nasce, vive e morre e renasce ainda e progride continuamente.
21. O Católico: crê que após esta vida, há céu e inferno. O Espírita: nega - crê em novas reencarnações.
Sobre a reencarnação lemos : "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o Juízo" (Heb 9,27).
Jesus disse a São Dimas , o bom ladrão : "Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23,43).Jesus eliminou nitidamente , nessa expressão , a chance de qualquer reencarnação. Dimas não reencarnaria muitas vezes para ser salvo.
A prática do espiritismo sempre foi severamente proibida por Deus. Abaixo estão alguns textos da Bíblia com referência ao espiritismo e também à adivinhação, que freqüentemente acompanha os que se dizem médiuns:
"Não recorrais aos médiuns, nem consulteis os espíritos para não vos tornardes impuros. Eu sou o Senhor vosso Deus" (Lv 19,31).
"Se alguém recorrer aos médiuns e adivinhos, prostituindo-se com eles, eu voltarei minha face contra ele e o eliminarei do meio do povo" (Lv 20,6). |