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A moda agora são crianças que falam com espíritos

15.01.2007 - Primeiramente uma parte da reportagem da Revista ISTOÉ, de Janeiro 2007.

As crianças e o além

Relatos de comunicação com espíritos revelam
que a mediunidade é comum na infância. E os
pais precisam aprender a lidar com a situação.

No vácuo deixado pela medicina, avançam cada vez mais as explicações alternativas que conciliam ciência e transcendência. Se uma criança descreve e dá nome a um amigo imaginário e a família descobre, ao investigar, que a descrição corresponde à de uma pessoa de verdade, que habitou a casa no passado, a linha entre ficção e realidade desaparece. É o que assegura Reginaldo Hiraoka, coordenador do curso de parapsicologia das Faculdades Integradas “Espírita”, a única do gênero no Brasil, em Curitiba. “O mesmo ocorre quando crianças afirmam se lembrar de vidas passadas e citam episódios verídicos sem jamais terem ouvido algo a respeito”, acrescenta. Para estudiosos da parapsicologia, há uma alta freqüência de relatos sobrenaturais na infância devido ao fato de a mediunidade, inata a todas as pessoas, ainda não ter sido reprimida nessa fase. “Crianças com menos de sete anos não vêem nada de anormal nessas experiências”, afirma a psicóloga infantil Athena A. Drewes, consultora da Parapsychology Foundation, com sede em Nova York. “Elas as aceitam até que outras pessoas comecem a reagir negativamente a seus relatos. O bloqueio ocorre ao entrarem na escola e descobrirem que nem todos vivem as mesmas experiências.”

Mas nem sempre a convivência com o sobrenatural é tranqüila. Às vezes, os amiguinhos imaginários são substituídos por monstros que atrapalham o sono dos pequenos e os tornam arredios, agressivos ou profundamente tímidos. Como no filme Sexto sentido, de Night Shyamalan, crianças se dizem assombradas por imagens de espíritos que vagam com ferimentos ou fraturas expostas, exatamente como estavam quando morreram. Segundo a doutrina espírita, isso acontece
quando os espíritos desencarnados não conseguem se desprender do plano físico, seja por não terem se dado conta da morte, seja por não a aceitarem. Também é possível que um espírito persiga uma criança por ter sido ligado a ela em uma vida pregressa. “Imagine se seu bebê foi uma pessoa má na encarnação anterior e prejudicou alguém que, agora, se sente no direito de atrapalhar seu caminho”,
cogita a autora do livro Mediunidade em crianças, Agnes Henriques Leal. Conforme
a tese espírita, é possível que esse filho sofra horrores com a influência de
seres assustadores.

Nessas horas, de acordo com o espiritismo, a criança deve ser encaminhada a tratamento com passes para dispersar energias negativas. Os espíritas podem ainda trazer a entidade a uma reunião no centro – por intermédio de um médium – para tentar demovê-la da perseguição. Leituras diárias do Evangelho também ajudariam. “Se os pais não participarem do processo de cura, nada será atingido. Para tanto, deverão conhecer a doutrina e se dispor a estabelecer, no lar, um clima vibratório de harmonia e paz”, ensina o médium paraense Nazareno Tourinho, autor de Experiências mediúnicas com crianças e adolescentes. Ele ressalta, no entanto, que nenhum auxílio científico deve ser desprezado. “Primeiro, deve-se procurar um profissional de saúde. Se o resultado não for satisfatório, resta buscar ajuda de espíritas competentes”, orienta.

Mesmo que não veja ou ouça espíritos desencarnados, é a mediunidade que faz com que uma criança seja capaz de sentir se um ambiente está carregado e a faz chorar quando um estranho com energias ruins a pega no colo.

Em outras religiões espiritualistas, como candomblé e umbanda, a presença de crianças nos rituais costuma ser permitida. Muitos templos oferecem acompanhamento adulto para a iniciação. “É preciso freqüentar o centro como se fosse uma escola”, alerta Aguinaldo Cravo, adepto do candomblé e babalorixá na Casa de Caridade Cabana de Oxossi, no Rio de Janeiro. Crianças também exercem sua religiosidade nas giras de umbanda do Templo Cacique Pai Pena Branca, em São Paulo. “Algumas já têm um canal de vidência elevado, enquanto outras só vêem vultos e precisam desenvolver seu dom”, diz a ialorixá Mãe Norma de Iansã, que oferece aos domingos um curso de mediunidade aberto às novas gerações. Delas surgirá, quem sabe, um novo Chico Xavier. (revista Istoè, janeiro 2007)

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Nota por Dilson Kutscher www.portalanjo.com

Mais uma vez a midia destaca o espiritismo, como solução para respostas as nossas perguntas e inquietações sobre a vida após a morte. Agora virou moda fazer contato com os mortos, até os católicos estão aderindo a essa moda. Já não bastasse tudo isso, ainda estão usando as crianças como campanha de divulgação do espiritismo no Brasil.

Novamente vou repetir os fatores contrários que condenam o espiritismo por negar a fé cristã e principalmente negar a Verdade contida na Sagrada Escritura. (é melhor repetir mil vezes o artigo mostrando que o espiritismo não é cristão, do que depois sermos cobrados por Deus, que não fizemos a nossa parte em alertar os nossos irmãos sobre essa grande cilada do maligno)

O espiritismo nega pelo menos 40 verdades da fé cristã:

1 ´ Nega o mistério, e ensina que tudo pode ser comprendido e explicado.

2 ´ Nega a inspiração divina da Bíblia.

3 ´ Nega o milagre.

4 ´ Nega a autoridade do Magistério da Igreja.

5 ´ Nega a infalibilidade do Papa.

6 ´ Nega a instituição divina da Igreja.

7 ´ Nega a suficiência da Revelação.

8 ´ Nega o mistério da Santíssima Trindade.

9 ´ Nega a existência de um Deus Pessoal e distinto do mundo.

10 ´ Nega a liberdade de Deus.

11 ´ Nega a criação a partir do nada.

12´ Nega a criação da alma humana por Deus.

13 ´ Nega a criação do corpo humano.

14 ´ Nega a união substancial entre o corpo e a alma.

15 ´ Nega a espiritualidade da alma.

16 ´ Nega a unidade do gênero humano.

17 ´ Nega a existência dos anjos.

18 ´ Nega a existência dos demônios.

19 ´ Nega a divindade de Jesus.

20 ´ Nega os milagres de Cristo.

21 ´ Nega a humanidade de Cristo.

22 ´ Nega os dogmas de Nossa Senhora (Imaculada Conceição, Virgindade perpétua, Assunção, Maternidade divina).

23 ´ Nega nossa Redenção por Cristo (é o mais grave! ).

24 ´ Nega o pecado original.

25 ´ Nega a graça divina.

26 ´ Nega a possibilidade do perdão dos pecados.

27 ´ Nega o valor da vida contemplativa e ascética.

28 ´ Nega toda a doutrina cristã do sobrenatural.

29 ´ Nega o valor dos Sacramentos.

30 ´ Nega a eficácia redentora do Batismo.

31 ´ Nega a presença real de Cristo na Eucaristia.

32 ´ Nega o valor da Confissão.

33 ´ Nega a indissolubilidade do Matrimônio.

34 ´ Nega a unicidade da vida terrestre.

35 ´ Nega o juízo particular depois da morte.

36 ´ Nega a existência do Purgatório.

37 ´ Nega a existência do Céu.

38 ´ Nega a existência do Inferno.

39 ´ Nega a ressurreição da carne.

40 ´ Nega o juízo final.


Porque o católico não pode ser espírita:

1. O Católico: admite a possibilidade de "mistério" e aceita as verdades sempre que tem certeza que foram reveladas por Deus. O Espírita: proclama que absolutamente não há "mistérios" e tudo o que a mente humana não pode compreender, é falso e deve ser rejeitado.

2. O Católico: instruído crê que Deus pode e faz milagres. O Espírita: rejeita a possibilidade de milagres e ensina que Deus também deve obedecer às "leis" da natureza.

3. O Católico: crê que os livros da Sagrada Escritura foram inspirados por Deus, portanto não podem ter erros em questão de fé e moral. O Espírita: declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que nunca foi inspirada por Deus.

4. O Católico: crê que Jesus enviou o Espírito Santo aos apóstolos e seus sucessores para que pudessem transmitir fielmente, sem erros, a sua Doutrina. O Espírita: declara que os apóstolos e seus sucessores não entenderam os ensinamentos de Cristo e que tudo o que eles nos transmitiram está errado, é falsificado.

5. O Católico: crê que Jesus instituiu a Igreja para continuar sua obra. O Espírita: declara que até a vinda de Allan Kardec a obra de Cristo estava perdida e inutilizada.

6. O Católico: crê que o Papa, sucessor de Pedro, é infalível em questões de fé e moral. O Espírita: proclama que os Papas só espalharam o erro e a incredulidade.

7. O Católico: crê que Jesus nos ensinou toda a Revelação e nada mais há para ser revelado. O Espírita: proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e substituir o Evangelho de Cristo.

8. O Católico: crê no Mistério da Santíssima Trindade. O Espírita: nega esse augusto mistério.

9. O Católico: crê que Deus é o Criador de tudo, Ser Pessoal, distinto do mundo. O Espírita: afirma que os homens são partículas de Deus - verdadeiro panteísmo.

10. O Católico: crê que Deus criou a alma humana no momento de sua união com o corpo. O Espírita: afirma que nossa alma é o resultado da lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.

11. O Católico: crê que o homem é uma composição substancial de corpo e alma. O Espírita: afirma que é um composto entre "perispírito" e alma e que o corpo é apenas invólucro temporário, um "Alambique para purificar o espírito".

12. O Católico: obedece a Deus que, sob penas severas, proibia a evocação dos mortos. O Espírita: faz dessa evocação uma nova religião.

13. O Católico: crê na existência de anjos e demônios. O Espírita: afirma que não há anjos, mas espíritos mais evoluídos e que eram homens. Que não há demônios, mas apenas espíritos imperfeitos que alcançarão a perfeição.

14. O Católico: crê que Jesus é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. O Espírita: nega esta verdade fundamental da fé cristã e afirma que Cristo era apenas um grande "médium" e nada mais.

15. O Católico: crê que Jesus é também verdadeiro homem, com corpo real e alma humana. O Espírita: em grande parte, afirma que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.

16. O Católico: crê que Maria é Mãe de Deus, imaculada, assunta ao céu. O Espírita: nega e ridiculariza todos os privilégios de Maria, Mãe de Deus.

17. O Católico: crê que Jesus veio para nos salvar por sua Paixão e Morte. O Espírita: afirma que Jesus não é nosso Redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e isso mesmo de um modo obscuro, e que cada pessoa precisa remir-se a si mesmo.

18. O Católico: crê que Deus pode perdoar o pecador contrito. O Espírita: afirma que Deus não pode perdoar pecados sem que preceda rigorosa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, sempre em novas reencarnações.

19. O Católico: crê nos sete sacramentos e na graça própria de cada sacramento. O Espírita: não aceita nenhum sacramento, nem mesmo o poder da graça santificante.

20. O Católico: crê que o homem vive sobre a terra e que desta única existência depende a vida eterna. O Espírita: afirma que a gente nasce, vive e morre e renasce ainda e progride continuamente.

21. O Católico: crê que após esta vida, há céu e inferno. O Espírita: nega - crê em novas reencarnações.

Sobre a reencarnação lemos : "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o Juízo" (Heb 9,27).

Jesus disse a São Dimas , o bom ladrão : "Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23,43).Jesus eliminou nitidamente , nessa expressão , a chance de qualquer reencarnação. Dimas não reencarnaria muitas vezes para ser salvo.

A prática do espiritismo sempre foi severamente proibida por Deus. Abaixo estão alguns textos da Bíblia com referência ao espiritismo e também à adivinhação, que freqüentemente acompanha os que se dizem médiuns:

"Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus. (Lv 19,31).

"Se alguém se dirigir aos espíritas ou aos adivinhos para fornicar com eles, voltarei meu rosto contra esse homem e o cortarei do meio de seu povo. (Lv 20,6).
 

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