21.10.2008 - Apesar da oposição da Arquidiocese de São Paulo, um polêmico grupo de sacerdotes brasileiros auto-proclamado “Fórum de Católicos pela Justiça” distribuiu durante o fim de semana milhares de folhetos apoiando a candidatura de Marta Suplicy, conhecida abortista e promotora das uniões homossexuais, à prefeitura de São Paulo.
Conforme informou a imprensa local, o grupo é liderado pelos presbíteros Tarcísio Marques Mesquita e Júlio Lancelotti, quem tem pendente uma acusação de pedofilia.
Os presbíteros –vinculados pela imprensa a distintas pastorais sociais– emitiram um texto denominado “Carta aos Cristãos” no que se propõem “desterrar os preconceitos dos fiéis” para os políticos que defendem o aborto e as uniões entre pessoas do mesmo sexo.
"Nós não escolhemos candidatos por sua cor de cabelo, ou por se deseja usar bótox ou se discutem as opções sexuais", disse o Padre Tarcisio Marques Mesquita. "O que estamos discutindo aqui são os interesses da cidade de São Paulo", argüiu.
Segundo o Movimento para a Defesa da Vida, o polêmico folheto não menciona que a candidata Suplicy, junto com o governo do presidente Lula, tem uma história de alianças com interesses estrangeiros para financiar a difusão do aborto no Brasil, inclusive contra a opinião de virtualmente toda a população.
Fonte; ACI
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Lembrando...
Cardeal Bertone: Normas da Igreja sobre a Comunhão de políticos abortistas são claras
09.08.2007 - NASHVILLE - Durante um encontro com a imprensa católica sustentado no marco de sua visita a Nashville (Estados Unidos) para participar do 125º Encontro dos Cavaleiros do Colombo, o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, assinalou que as normas da Igreja referidas à recepção da Comunhão de políticos católicos favoráveis ao aborto ou outras políticas contrárias à fé da Igreja "são suficientemente claras".
Ao ser consultado sobre se a Comunhão devia ser negada aos políticos favoráveis ao aborto que se proclamam católicos –um tema de constante debate nos Estados Unidos-, o Cardeal Bertone assinalou que "não é necessário publicar novas normas referidas à recepção da Comunhão, porque as normas atuais claramente representam a doutrina da Igreja", que assinala que quem publicamente sustenta doutrinas contrárias aos ensinamentos da Igreja devem abster-se de receber o Corpo e o Sangue de Cristo.
O Cardeal assinalou que "parece existir a idéia de que um partido político, seja americano ou italiano, pode impor uma opção ética a seus membros. Aqui falo de questões como o aborto, o ‘matrimônio’ homossexual, ou a manipulação de embriões… que se impõem ao mesmo tempo em que se reclama o respeito à liberdade de consciência".
"Isto não é só uma contradição mas sim uma violação à liberdade de consciência aqui (nos Estados Unidos) e em qualquer parte", concluiu o Cardeal Bertone.
Fonte: ACI |