Eutanásia e Aborto
6 Visitantes | 10/02/2012 10:14
 
Apresentação
Anúncio da 2° Vinda
Apostasia - Artigos
Apostasia na Igreja
Apostasia no Brasil
Apostasia no Mundo
Artigos do Monsenhor Abib
Artigos do Pe. José do Vale
Artigos do Pe. Léo Persch
Avanço da Bruxaria
Avanço do Ateísmo
Avanço do Espiritismo
Avanço do Satanismo
Eutanásia e Aborto
Notícias que Chocam
Nova Era
Nova Ordem Mundial
O Inferno Existe?
Os Tempos Finais
Perseguição aos Cristãos
Profecias
Visita Recomendada
Contato
TV britânica exibe suicídio assistido (eutanásia) pela 1ª vez

10.12.2008 - Um documentário exibido na noite desta quarta-feira ao público britânico mostrou, pela primeira vez, imagens de um paciente em estado terminal realizando um suicídio assistido. O filme foi ao ar pelo canal a cabo Sky Real Lives.

O documentário canadense The Suicide Tourist (O Turista Suicida), rebatizado na Grã-Bretanha como Right to Die? (Direito de morrer?), tem como personagem o o professor universitário americano Craig Ewert, que sofria de uma doença neurológica incurável que afetou toda a sua parte motora.

Cenas do documentário mostram Ewert tomando uma mistura de sedativos e em seguida se desligando dos tubos que o mantinham respirando. Ele morre após 45 minutos.

Manifestantes antieutanásia disseram que a exibição do filme é "um voierismo" irresponsável que pode criar uma falsa impressão de aumento da demanda por suicídio assistido na Grã-Bretanha.

"Isso somente vai intensificar a pressão, real ou imaginária, sentida por essas pessoas, que consideram tirar suas vidas por medo de serem um estorvo para as pessoas que amam, para quem as cuida ou para a sociedade", disse o grupo Care Not Killing, uma aliança que reúne 50 organizações contra a eutanásia.

A eutanásia é proibida na Grã-Bretanha. Qualquer pessoa que ajude um doente em estado terminar a cometer suicídio no país pode ser processada por assassinato.

Redação Terra

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Lembrando...

Papa Bento XVI pede respeito à vida e condena eutanásia

25.02.2008 - Bento XVI deixou um forte segunda-feira, 25, contra a eutanásia, pedindo o respeito de toda a sociedade para com as pessoas em final de vida e para com suas famílias, repetindo "a firme e constante condenação ética de qualquer forma de eutanásia direta".

O Papa falava aos participantes do Congresso Internacional "Junto ao doente incurável e ao moribundo: orientações éticas e operativas", promovido pela Academia Pontifícia para a Vida (APV) de 25 a 27 de Fevereiro, no Vaticano.

Para Bento XVI, nas grandes cidades em que cada vez há mais pessoas idosas e solitárias, mesmo nos momentos de doença grave e na proximidade da morte, as pressões eutanásicas tornam-se cada vez mais pesadas, sobretudo quando se insinua uma visão utilarista em relação à pessoa.

"Numa sociedade complexa, fortemente influenciada pelas dinâmicas da produtividade e pelas exigências da economia, as pessoas frágeis e as famílias mais pobres arriscam-se, nos momentos de dificuldade económica ou de doença, a serem esquecidas", acusou.

Neste contexto, Bento XVI pediu que à imagem do que já acontece por ocasião do nascimento, as famílias tenham "direitos específicos" na fase terminal de um parente, para que possam acompanhá-lo com mais proximidade.

Citando a sua última encíclica, Spe salvi, o Papa frisou que a medida da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com aquele que sofre.

"Uma sociedade que não consegue aceitar quem sofre e não é capaz de contribuir através da com-paixão (sic)a fazer que o sofrimento seja partilhado é uma sociedade cruel e desumana", atirou.

"Embora na consciência de que ‘não é a ciência que redime os homens’, toda a sociedade e em especial os setores ligados à ciência médica têm o dever de exprimir a solidariedade do amor, a salvaguarda e o respeito da vida humana em cada momento do seu desenvolvimento terreno, sobretudo quando essa sofre uma condição de doença ou se encontra na sua fase terminal", prosseguiu.

Mais concretamente, especificou o Papa, trata-se de "assegurar a cada pessoa que o apoio necessário, através de terapias e intervenções médicas adequadas, individuadas e geridas segundos os critérios da proporcionalidade médica, sempre tendo em conta o dever moral de fornecer (da parte do médico) e de acolher (da parte do paciente) aqueles meios de preservação da vida que, na situação concreta, resultem ‘ordinários’".

"Pelo contrário, no caso de terapias que se possam considerar extraordinárias, o recurso às mesmas deverá ser considerado moralmente lícito, mas facultativo", prosseguiu.

Evocando uma "sociedade solidária e humanitária", que tenha em conta as dificuldades enfrentadas por quem tem a seu cargo, por períodos prolongados, doente graves não auto-suficientes, Bento XVI observou que "um maior respeito da vida humana individual passa inevitavelmente pela solidariedade concreta de todos e de cada um, constituindo um dos mais urgentes desafios do nosso tempo".

No Congresso promovido pela APV estão a ser debatidas questões que se colocam às equipas médicas perante os doentes incuráveis, no campo do "encarniçamento terapêutico e do abandono do paciente". As novas e crescentes oportunidades de intervenção médica podem levar, segundo este organismo do Vaticano, "a um agravamento do sofrimento" dos doentes.

A Academia Pontifícia para a Vida foi instituída por João Paulo II em 11 de Fevereiro de 1994, com o Motu Proprio “Vitae Mysterium”. Tem como objectivo o estudo, a informação e a formação sobre os principais problemas de bioética e de direito, relativos à promoção e defesa da vida, sobretudo na relação directa que estes têm com a moral cristã e com as directivas do magistério da Igreja Católica.

Fonte: Canção Nova news / Agência Ecclesia

« Voltar   Ver outras »