Apostasia na Igreja
6 Visitantes | 31/07/2010 5:37
 
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Padre que defende camisinha e homossexuais é punido pela Igreja

25.02.2009 - A polêmica começou depois que as declarações do padre e deputado federal do PT, Luiz Couto, foram parar em um jornal do estado.

O religioso defende o uso de preservativos, é contra o celibato dos padres e contra a discriminação de homossexuais.

O arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto não gostou da entrevista e suspendeu as funções do padre que está proibido de celebrar missa, batizados e casamentos.

“Lamentavelmente, declarações sumárias e ambíguas a respeito do uso de preservativos, enfim, união de homossexuais e assim por diante, são posições diametralmente contrárias à orientação oficial do Vaticano, da Igreja. Isso é intolerável”, diz dom Aldo Pagotto, arcebispo da Paraíba.

O padre e parlamentar afirma que falou como político e não como religioso e disse que ainda não foi notificado oficialmente sobre a decisão.

“Eu vou continuar celebrando, posso celebrar na minha casa, com meus amigos, ou seja, o direito de celebrar, a ordem que eu recebi ela tem um caráter indelével, que ninguém pode tirar. Isso não significa nenhum combate àquilo que a Igreja tem na sua doutrina”, diz o deputado Luiz Couto (PT/PB), padre.

A proibição é válida apenas para as 75 paróquias subordinadas ao arcebispo dom Aldo Pagotto. Para celebrar em outras igrejas, Couto poderá pedir permissão antes. O arcebispo explica: o padre-deputado pode voltar a exercer a função de sacerdote, desde que se retrate publicamente.

Fonte: G1

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Lembrando...

Bento XVI diz que sacerdotes não devem entrar na vida política

08.05.2008 - O papa Bento XVI afirmou hoje que a Igreja pode manter contato com as autoridades, desde que não se dediquem à vida política.

O pontífice fez a declaração durante a audiência com cerca de 300 fiéis da Igreja Católica Greco-Melquita, presente em grande parte do Oriente Médio, que se encontravam em peregrinação na cidade de Roma.

"Ao cumprir sua missão no contexto agitado e às vezes dramático do Oriente Médio, a Igreja se encontra em situações onde a política faz um papel que não é seu", disse o papa.

Para Bento XVI, "é importante manter contato com as autoridades, instituições e diversos partidos", mas afirmou que "não é função dos sacerdotes se dedicar à vida política. Isso é dever dos leigos".

Segundo o papa, a missão dos católicos no Oriente Médio é propor "a luz do Evangelho" para que todos se comprometam a servir o bem comum.

O pontífice afirmou que o compromisso da Igreja Melquita é "buscar sinceramente com os muçulmanos a compreensão mútua e defesa conjunta da justiça social, de valores morais, da paz e da liberdade".

Por outro lado, Bento XVI reiterou que "a busca da unidade de todos os discípulos de Jesus é uma obrigação urgente" e que "é preciso fazer todo o possível para derrubar os muros de divisão e desconfiança".

Fonte: Terra notícias

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