26.02.2007 - "Deus gosta mais de carnaval", artigo sem graça e blasfêmico do Padre Mário de Oliveira.
Sem graça, blasfêmico... (deve sentir-se feliz com a vitória contra os “moralistas” do “não”, com forte influência esquerdista, do aborto no seu País), imoral e herege são adjetivos justos ao reverendo Padre Mario de Oliveira de Portugal com seu “Deus gosta mais do carnaval”
Abaixo uma pequena parte do artigo.
Numa Quarta-feira de Cinzas, o Padre Mário de Oliveira escreveu no seu diário um texto precioso sobre a forma como a Igreja venera o dia que se segue ao Carnaval: «Mas como é que Deus poderia gostar mais do dia de hoje, Quarta-feira de cinzas, do que do dia de ontem, Carnaval? Não é Ele o Deus da Alegria e da Festa? Não é Ele o Deus da Vida e dos Vivos? Não é Ele o Deus da Plenitude e da Abundância? Não é Ele o Deus do Excesso e da Ressurreição? (...) A humanidade, cada vez mais liberta da nefasta influência do clero católico e da sua ideologia moralista, também gosta mais do Carnaval, do que da Quarta-feira de cinzas». Para ler devagarinho e aos bocadinhos.
Ontem foi o dia de Carnaval. E, hoje, é o dia de Quarta-feira de cinzas. Entre um e outro, qual será o dia que Deus prefere? Tenho para mim, que Deus gosta mais, muito mais, do dia de Carnaval, do que do dia de Quarta-feira de cinzas, apesar deste ser iniciativa da Igreja.
O Carnaval não só não é iniciativa da Igreja católica romana, como também teve sempre contra ele a Igreja católica romana que, por estas alturas, sempre promove (hoje, de maneira muito mais restrita e discreta), nas paróquias mais cumpridoras, a chamada devoção das "Quarenta horas", ou seja, quarenta horas de adoração contínua ao Santíssimo Sacramento, como "desagravo" pelos pecados cometidos nesse dia e nos dias imediatamente anteriores, o maior dos quais será, certamente, a própria existência do Carnaval, causa e ocasião de todos os outros pecados!
Já a Quarta-feira de cinzas, pura iniciativa da Igreja católica romana, na sequência e imitação/reprodução de velhos ritos religiosos destrutivos da pessoa humana, em que todos os cultos politeístas e idolátricos sempre foram e são férteis (basta ver o que faz, hoje, por exemplo, em termos de vítimas humanas, o culto idolátrico ao deus Dinheiro, que as multinacionais não se cansam de promover, em todo o mundo!), para além de assinalar o início da chamada Quaresma, é bem um dia nos antípodas do dia de Carnaval.
Deus, por isso, não pode gostar nada da Quarta-feira de cinzas. Só pode gostar do Carnaval, com todos os excessos de que ele se veste e se despe, todos os anos. E, se alguma coisa Deus poderá lamentar, é que o Carnaval não aconteça todos os dias, pelo menos, que o seu espírito, festivo e alegre, não anime as nossas vidas e as nossas sociedades humanas, todos os dias. (www.esquerda.net)
(precisa ler mais...)
Fonte: www.persona-non-grata-brasil.blogspot.com/
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Dias de Misericórdia
Estes textos foram tirados do Diário de Santa Faustina, uma boa sugestão para aqueles que querem viver os dias de carnaval de forma diferente.
“Nos últimos dias do Carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh, que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado. – Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com esse Jesus a quem agora martirizais? – O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava.” (188)
9 de Fevereiro de 1937 “Nestes dois últimos dias conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista. E o Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência dessa humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais.
Nestes dois dias recebi a comunhão reparadora e disse ao Senhor: ‘Jesus, hoje ofereço tudo pelos pecadores, que os golpes da vossa Justiça atinjam a mim e um mar de misericórdia envolva os pobres pecadores’.
E o Senhor atendeu ao meu pedido; muitas almas voltaram-se ao Senhor, mas eu agonizava sob o peso da Justiça Divina; sentia que era objeto da ira do Deus Altíssimo. À noite o meu sofrimento atingiu um tão grande abandono interior que gemidos saiam do meu peito, mesmo contra a minha vontade. Fechei-me à chave no meu quarto e comecei a adoração ou seja, a Hora Santa. O abandono interior e o sentimento da Justiça Divina, era a minha oração. Os gemidos e a dor que saíam da minha alma ocuparam o lugar do doce diálogo com o Senhor.”
“Então, de repente, vi o Senhor que me estreitou ao Seu Peito e disse: - ‘Minha filha, não chores, porque não posso suportar tuas lágrimas. Eu lhes darei tudo o que pedes, mas não chores mais.’ – E inundou-me uma grande alegria, e o meu espírito, como de costume, mergulhou nEle como meu único tesouro.” (Diário, n°926-928).
27 de fevereiro de 1938, ÚLTIMOS DOIS DIAS DO CARNAVAL. “Os meus sofrimentos físicos aumentaram. Procurei unir-me mais estreitamente com o Salvador, pedindo-Lhe misericórdia para o mundo todo, que enlouquece em sua maldade. O dia todo senti a dor da coroa de espinhos. Quando fui me deitar, não podia encostar a cabeça no travesseiro, porém às 10 horas desapareceram as dores e adormeci, sentindo contudo no dia seguinte, um grande aniquilamento.” (n°1619).
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